Sempre que escrevo um poema, um poeta de verdade se remexe no túmulo, por dor ou por pena

sexta-feira, 13 de junho de 2014

"Levo a vida como o vento, frente ao mar como um farol
Vê que o tempo é necessário e que o amor é como sol
Que um dia fecha as portas e noutro dia abre igual
Que a gente possa ver o que não viu até então"
- vanguart

concrete jungle

do encontro no meio da selva de concreto
aos dois segundos de olhar cruzado
e aos outros dois dos que passaram e olharam para trás


"me encontre agora lá na esquina do hotel"

domingo, 8 de junho de 2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

(h)ouve

enquanto tanto canto
quanto o canto dos mortais
pra você deixo o cais
  
que o encanto o  vento nunca leve
e mesmo que no canto de outra cidade
longe de todos ais

(h)ouve cantos, foste cais.





"ele me faz tão bem, ele me faz tão bem, que eu também quero fazer isso por ele"

segunda-feira, 26 de maio de 2014

sábado, 3 de maio de 2014

(en)canto

enquanto é maior que tudo que me vale a pena
                                                             e o poema

enquanto a poesia basta



"só pra você eu tenho os olhos e meu coração
espero o teu sorriso e as tuas mãos

te encontro e faço tudo que quiser"
- vanguart

tão cheio de amanhã

sabendo que o instante
se encerra entre o ir e o adiante
mas que nunca será distante

talvez



"você é a vida da minha vida"
- vanguart



quarta-feira, 30 de abril de 2014

do último dia de abril

abriu meus passos em descompasso
abriu o horizonte da falta de perspectiva

mas, abriu a janela e deixou a luz entrar
abriu um sorriso pro quotidiano da minha vida

abriu a porta e deixou entreaberta
no último dia, abril

segundo domigo de maio

só existe silêncio e solidão
debaixo da linha do equador