Sempre que escrevo um poema, um poeta de verdade se remexe no túmulo, por dor ou por pena

terça-feira, 12 de julho de 2016

Você pode descer desse bonde
E só me acompanhar
“Se é o chão que te segura, deixa o chão desmoronar”


“O que vale nessa vida tem um pouco do seu jeito /Jeito do seu corpo, jeito do seu pensamento [...] /Do seu jeito de falar tranquilo


Quando perto de você a própria confusão se ajeita bem”

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

um (dois) bilhetinho (s)



Faz um tempo recebi um bilhetinho
Papel solto nas minhas coisas
Palavras de uma pequena declaração

Li
(Re)li
Tentei identificar a letra

Fiquei fazendo retrospectiva
Procurado uma pista, desencanei
Joguei o bilhetinho fora
Achei que não era pra mim

Esses dias descobri
Que o bilhetinho estava no lugar certo
E que o amor é isso que passa enquanto a gente acha que não é com a gente


(Ganhei outro bilhetinho)